Hillsong Faith Hope Love

Posted by Gui Abrahão | | Posted on 6:27 PM

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Comercial Nike SB com Paul Rodriguez e cia.

Posted by Gui Abrahão | | Posted on 2:59 PM

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Hoje a Nike disponibilizou o comercial do Nike SB assinado por Paul Rodriguez em sua versão estendida. O comercial conta com a participação de grandes nomes do skate como Koston, Theotis; a estrela do LA Lakers Kobe Bryant e o rapper Ice Cube. A seguir segue o video na íntegra.


mais info: http://www.nike.com/nikeskateboarding/paulrodriguezIII/

August Burns Red - Meddler

Posted by Gui Abrahão | | Posted on 6:08 PM

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Premiere do novo video August Burns Red - Meddler

Tamo junto...

Posted by Gui Abrahão | | Posted on 2:24 AM

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Não é difícil perceber que há um grande desequilíbrio e que as coisas não estão bem. Mas eu acho que pra mim, isso afeta meu lar, se eu parar pra pensar nesse momento, porque está acontecendo AGORA MESMO!

No mesmo instante em que você tem uma geração que se diverte assistindo a reality shows na TV (que, pra ser honesto, de real não tem nada) uma criança está sendo prostituída a portas fechadas, tendo sua inocência roubada!

Não é justo que nós possamos consumir qualquer oferta material a nossa frente enquanto o órfão e a viúva são excluídos de qualquer dignidade de vida porque são vítimas de um conflito que simplesmente não é deles.


Não é justo que uma geração esteja aumentando seu quadro de obesidade enquanto que diariamente 30 milhões de pessoas morrem por falta do que comer.

Não é justo que não vejamos problema em pagar 3 ou 4 dólares por uma água de torneira filtrada em uma garrafa com rótulo bacana, enquanto existem comunidades inteiras que sofrem com doenças, porque a única água a que eles têm acesso é parada e poluída!

Não é justo que possamos cantar, dançar e pular em liberdade ao mesmo tempo em que os escravos permanecem cativos, fora de nossas vistas, fora de nossos pensamentos.

Não é justo que possamos sentar e assistir o noticiário da noite no conforto de nossas salas e sentir pena daqueles que sofreram por causa de uma tempestade, um terremoto ou uma enchente e simplesmente sentir pena dessas pessoas e então mudamos de canal pra assistir alguma novela.

É justo passarmos por um sem-teto e não lhe darmos nada com a desculpa de que ele irá gastar tudo com bebida ou cigarros? Ou mandá-lo levantar e arrumar um emprego?

Quem somos nós para julgar o álcoolatra ou a prostituta, o viciado ou o criminoso como se fôssemos melhores que eles?

Quem somos nós para esquecer o injustiçado, o oprimido ou o marginalizado enquanto corremos atrás dos nossos próprios sonhos?

Nós vemos esse desequilíbrio e pensamos: "Cara, isso não tá certo! Isso não é justo!" Mas permanecemos alheios a tudo isso. Porque pra nós, fazer alguma coisa nos trará algum custo.

E se é assim que tudo termina então seja justo afirmar que quando ignoramos a prostituição infantil estamos, na realidade, emprestando nossa mão para seu abuso. Quando ignoramos o órfão ou a viúva em seus sofrimentos estamos acrescentando-lhes dores. Quando ignoramos o escravo que permanece cativo, somos nós que o estamos escravizando! Quando nós nos esquecemos do refugiado, somos nós que o desabrigamos! Quando decidimos não ajudar o pobre e o necessitado, estamos roubando-lhes.

Talvez a única coisa justa a dizer é que quando esquecemos que os mandamentos são sobre isso estamos esquecendo de nós mesmos.
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Joel Houston

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Homens que ferem

Posted by Gui Abrahão | | Posted on 1:15 PM

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Violência contra a mulher é uma dura realidade brasileira que desafia a Igreja.

No dia 22 de março, um domingo, Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, foi esfaqueada em um apartamento em São Paulo. Seu filho, de um ano e sete meses, foi levado pelo ex-marido, Janken Evangelista, 29, principal suspeito do crime. Ana se mudou do interior da Bahia para fugir de Janken, que costumava agredi-la por ciúmes. Mas ele a seguiu até São Paulo e ganhou na Justiça o direito de ver o filho semanalmente. Na terceira visita, a jovem mãe foi assassinada. Esta não é uma história isolada. Casos de agressões e homicídios a mulheres se multiplicam no Brasil. E as igrejas evangélicas têm o desafio de ajudar a impedir que situações assim se espalhem ainda mais. Espaço de acolhimento e de tratamento da alma, nem sempre a Igreja, contudo, consegue lançar luz nos quartos escuros e vencer a lógica da violência que recai sobre mulheres de todas as classes sociais.

As estatísticas são alarmantes. De acordo com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e o portal Violência Contra a Mulher (www.violenciamulher.org.br), em 2007, a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 registrou 205 mil atendimentos, um aumento de 306% em relação a 2006. Do total, dez por cento referem-se a denúncias concretas de violência. Foram 20 mil casos de agressões físicas, psicológicas, morais e sexuais contra mulheres. Houve também 211 tentativas de homicídio e 79 assassinatos. A psicóloga Esly Carvalho, autora do livro Família em Crise - Enfrentando problemas no lar cristão, diz que a violência doméstica faz parte dos segredos bem guardados de muitas famílias cristãs. Para ela, que é especialista em saúde emocional e costuma tratar os mais diversos tipos de abusos no ambiente familiar, é preciso romper o silêncio. Esly chama os crentes à responsabilidade. “A Igreja deve ser a primeira a erguer sua voz profética e denunciar o terrível segredo da violência doméstica”, afirma.

Evangélica, Esly acredita que¬ o primeiro passo para se combater a violência doméstica é falar sobre isso. “Quantas vezes você ouviu um sermão sobre violência doméstica?”, indaga. “As pessoas precisam ser orientadas”. Ela critica o legalismo religioso, que levaria muitas mulheres a suportarem caladas a violência. Mesmo sem querer entrar em polêmicas teológicas, Esly argumenta que a violência é, sim, uma razão bíblica para o divórcio. “A violência é uma traição. Quando o homem bate numa mulher, ele está traindo os votos matrimoniais. O Evangelho nos chama a uma vida em amor”, declara, observando que a sociedade está muito exposta à violência. Continue lendo...

No dia em que Deus criou as mães.

Posted by Gui Abrahão | | Posted on 1:49 PM

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No dia em que Deus criou as mães (e já vinha virando dia e noite há seis dias), um anjo apareceu-lhe e disse:

- Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto Senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:

- Você já leu as especificações desta encomenda? Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico. Deve ter 180 partes móveis e substituíveis, funcionar à base de café e sobras de comida. Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças. Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.

O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
- Seis pares de mãos Senhor? - Parece impossível !?!

Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus - e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?
O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
- E tem isso no modelo padrão?

O Senhor Deus assentiu:
- Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba); outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe: - "Eu te compreendo e te amo! - sem dizer uma palavra.

E o anjo mais uma vez comenta-lhe:
- Senhor...já é hora de dormir. Amanhã é outro dia.

Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
- Não posso, já está quase pronta. Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...

O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
- É muito delicada Senhor!

Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
- Mas é muito resistente! Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!

O anjo, analisando melhor a criação, observa:
- Há um vazamento ali Senhor...
- Não é um simples vazamento, é uma lágrima! E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores, solidão, orgulho e outros sentimentos.
- Vós sois um gênio, Senhor! - disse o anjo entusiasmado com a criação.
- Mas, disse o Senhor, isso não fui eu que coloquei. Apareceu assim...