Posted by
Gui Abrahão
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Posted on 1:43 PM
Mark Driscoll é realmente um pastor diferenciado. Sua passagem pela Igreja Emergente, sua teologia reformada e seu plano de ter uma grande igreja assusta muita gente.Mark Driscoll não está usando nada diferente daquilo que usa em qualquer outro dia. Ele está vestindo seu uniforme de pastor – calça Jeans e camisa para fora da calça com os dois botões de cima abertos. Fala num tom suave, indicando uma voz bem desgastada.
Começa falando sobre as lições aprendidas como plantador de igrejas apresentando conselhos de senso comum acerca do que leva os pastores a se queimarem no ministério. Driscoll, 36 anos, joga T-ball com seus três filhos ou alimenta patos com suas duas filhas. Coisas que dificilmente vão ocupar debates irados em blogs ou manifestações da igreja na rua. Enquanto a igreja de Driscoll, Mars Hill Church, em Seattle, chegava aos 6 mil membros em 11 anos, momentos tranqüilos como esses com sua família preservavam muito de sua sanidade.
“Estou jogando pesado agora”, Driscoll diz para futuros plantadores de igreja na reunião de Março da Acts 29, sua rede de 170 igrejas ao redor do mundo. “Esgotei minha taxa de adrenalina no fim do ano passado, de tanta que a usei. Meu sono ficou comprometido por meses.” Driscoll deve ter adrenalina extra guardada, porque ele se empolga ao recontar a história de Mars Hill.
“Meu primeiro grupo era formado por solteiros alternativos e roqueiros punks anarquistas”, diz. “Não tinham nada a dizer, não eram organizados e nem ofertavam generosamente. Se eu dissesse que ‘todo mundo pagava o dízimo’, bem, só se fosse em cigarros”.
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