(in)completo
Posted by Gui Abrahão | | Posted on 12:10 AM
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Um amigo me perguntou um dia se eu me sentia completo por ter aceitado
Jesus como Senhor e Salvador de minha vida. Eu respondi que sim, pois
Jesus disse que veio aqui para que tivéssemos vida em abundância,
apesar dos males que viríamos a sofrer ao longo dessa jornada.
Ele concordou com isso, disse a mim que a melhor coisa que ele fez ao longo
de seus 20 e poucos anos de vida foi ter decidido caminhar com Cristo e
viver pra anunciar o Reino.
Ao ouvir aquilo, me enchi de alegria,
pois o conhecia há muito tempo e sabia como ele levava sua vida, regado
a drogas, sexo, festas e até mesmo corrupção.
Ele foi me falando dos sonhos que ele tinha, dos planos, das promessas de Deus pra vida
dele, mas ele parou por um momento e com um tom de tristeza ele me
disse: “Sabe Guido, apesar de me sentir realizado, eu ainda me sinto
incompleto. Falta alguma coisa na minha vida, mas não sei o quê?”.
Eu perguntei o que faltava na vida dele e ele sem saber o que responder
começou a se entristecer, a chorar. Eu fiz o que qualquer outra pessoa
faria, sendo amigo de longa data e tentando entender a ‘dor’ dele,
ofereci o ombro amigo. Ele começou a chorar, de tal maneira que eu me
emocionei. Ele começou a perguntar pra Deus: “Deus, o que falta em
minha vida pra eu parar de me sentir incompleto?”. Ele tinha uma
intimidade tão grande com Deus que, toda vez que ele orava ou
perguntava algo, a resposta era imediata. Mas dessa vez foi bem
diferente. Ele repetiu essa mesma pergunta umas cinco vezes até ele se
acalmar e ver que a resposta não viria logo de cara. Nesse momento eu
me espantei por conhecer o temperamento forte dele e ver que ele
simplesmente olhou pro alto, respirou, enxugou as lágrimas e me disse:
“Acho que terei essa resposta quando realmente eu me sentir completo.”.
Eu parei e perguntei novamente: “Zinha, do que você mais sente falta?”.
Nessa hora eu me assustei, porque ele voltou a chorar, mas de soluçar
mesmo e me disse: “Sinto falta da minha mãe, velho!”. De repente ele
parou de chorar, porque percebeu que o que o deixava incompleto, de
alguma forma, ele não teria como substituir. Ele começou a rir e me
disse: “Sabia que a resposta chegaria mais cedo ou mais tarde”. Depois
disso começamos trocar idéias, algumas horas relembrando os tempos de
faculdade e algumas loucuras.
Despedimos-nos e, quando cheguei em casa parei pra pensar no que foi conversado antes com meu amigo. E vendo pelo lado dele, talvez a ausência da mãe o fizesse se sentir
incompleto, mas não que agora ele não fosse completo por ter aceitado
Jesus. Só que a pessoa que ele queria mostrar que a vida dele havia
mudado não estava mais presente na vida dele, por isso essa sensação de
estar incompleto, sentindo falta de algo ou alguém.
Eu sinto falta do meu avô, ele me alegrava quando eu tava chateado com alguma
coisa ou com sua vasta experiência de vida nessa terra, conseguia me
confortar. Sinto falta também de pessoas que eu amo, mas de uma maneira
especial. E a diferença entre sentir falta de alguém que está vivo e de
alguém que já se foi está no “ver”. Só que isso não impede de que
minha vida seja ruim, muito pelo contrário, Alguém me amou antes a
ponto de oferecer o Seu único Filho por mim, para que eu vivesse.
O simples fato de saber disso já faz minha vida ser completa. Se sinto
falta das pessoas que amo, não interfere no que Deus fez por mim e por
você a ponto de que nossas vidas sejam completas.
Pense. Talvez sua vida esteja incompleta agora, mas já tentou deixar Jesus preenche-la?
Jesus como Senhor e Salvador de minha vida. Eu respondi que sim, pois
Jesus disse que veio aqui para que tivéssemos vida em abundância,
apesar dos males que viríamos a sofrer ao longo dessa jornada.
Ele concordou com isso, disse a mim que a melhor coisa que ele fez ao longo
de seus 20 e poucos anos de vida foi ter decidido caminhar com Cristo e
viver pra anunciar o Reino.
Ao ouvir aquilo, me enchi de alegria,
pois o conhecia há muito tempo e sabia como ele levava sua vida, regado
a drogas, sexo, festas e até mesmo corrupção.
Ele foi me falando dos sonhos que ele tinha, dos planos, das promessas de Deus pra vida
dele, mas ele parou por um momento e com um tom de tristeza ele me
disse: “Sabe Guido, apesar de me sentir realizado, eu ainda me sinto
incompleto. Falta alguma coisa na minha vida, mas não sei o quê?”.
Eu perguntei o que faltava na vida dele e ele sem saber o que responder
começou a se entristecer, a chorar. Eu fiz o que qualquer outra pessoa
faria, sendo amigo de longa data e tentando entender a ‘dor’ dele,
ofereci o ombro amigo. Ele começou a chorar, de tal maneira que eu me
emocionei. Ele começou a perguntar pra Deus: “Deus, o que falta em
minha vida pra eu parar de me sentir incompleto?”. Ele tinha uma
intimidade tão grande com Deus que, toda vez que ele orava ou
perguntava algo, a resposta era imediata. Mas dessa vez foi bem
diferente. Ele repetiu essa mesma pergunta umas cinco vezes até ele se
acalmar e ver que a resposta não viria logo de cara. Nesse momento eu
me espantei por conhecer o temperamento forte dele e ver que ele
simplesmente olhou pro alto, respirou, enxugou as lágrimas e me disse:
“Acho que terei essa resposta quando realmente eu me sentir completo.”.
Eu parei e perguntei novamente: “Zinha, do que você mais sente falta?”.
Nessa hora eu me assustei, porque ele voltou a chorar, mas de soluçar
mesmo e me disse: “Sinto falta da minha mãe, velho!”. De repente ele
parou de chorar, porque percebeu que o que o deixava incompleto, de
alguma forma, ele não teria como substituir. Ele começou a rir e me
disse: “Sabia que a resposta chegaria mais cedo ou mais tarde”. Depois
disso começamos trocar idéias, algumas horas relembrando os tempos de
faculdade e algumas loucuras.
Despedimos-nos e, quando cheguei em casa parei pra pensar no que foi conversado antes com meu amigo. E vendo pelo lado dele, talvez a ausência da mãe o fizesse se sentir
incompleto, mas não que agora ele não fosse completo por ter aceitado
Jesus. Só que a pessoa que ele queria mostrar que a vida dele havia
mudado não estava mais presente na vida dele, por isso essa sensação de
estar incompleto, sentindo falta de algo ou alguém.
Eu sinto falta do meu avô, ele me alegrava quando eu tava chateado com alguma
coisa ou com sua vasta experiência de vida nessa terra, conseguia me
confortar. Sinto falta também de pessoas que eu amo, mas de uma maneira
especial. E a diferença entre sentir falta de alguém que está vivo e de
alguém que já se foi está no “ver”. Só que isso não impede de que
minha vida seja ruim, muito pelo contrário, Alguém me amou antes a
ponto de oferecer o Seu único Filho por mim, para que eu vivesse.
O simples fato de saber disso já faz minha vida ser completa. Se sinto
falta das pessoas que amo, não interfere no que Deus fez por mim e por
você a ponto de que nossas vidas sejam completas.
Pense. Talvez sua vida esteja incompleta agora, mas já tentou deixar Jesus preenche-la?
